Cia. Fé Cênica estreia Perfídia Quase Perfeita no Espaço dos Satyros 2

Redação do Aplauso Brasil (aplausobrasil@aplausobrasil.com)

"Perfídia Quase Perfeita" traz de volta Cia. de Fé Cênica

Perfídia Quase Perfeita, texto de Carlos Correia Santos, premiado pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro (2006), ganha montagem da Cia. Fé Cênica, com estreia às 23h59 de hoje.

Com direção de Claudio Marinho, a peça narra a história de Cezinha e Dagmar, 0personagens da radionovela Perfídia Quase Perfeita, com script de rádio típico dos anos 1950. Mistério: após revelar uma “traição” conjugal, a mulher anuncia que um deles está morto e o outro está alucinando. Num jogo cruel e dissimulado, resta saber quem está morto.

A proposta da trama é jogar com os conceitos de verdade e mentira, ilusão e realidade para abordar a questão ética e o poder de manipulação.

“A Cia. Fé Cênica tem como um dos objetivos estabelecer uma fácil comunicação com o público para abordar temáticas universais. O texto como ponto de partida para a montagem nos possibilitou isto plenamente”, diz o diretor Claudio Marinho.

Dramaturgia paraense

Cena de "Perfídia Quase Perfeita"

Carlos Correia Santos é um dos dramaturgos mais atuantes e premiados do Estado do Pará. Ganhou os  seguintes prêmios:  Seleção  Brasil em  Cena, do CCBB (Rio de Janeiro/ 2006), por “Perfídia Quase Perfeita”; 1º  lugar  no  Prêmio Funarte  de  Dramaturgia 2004, categoria Teatro Adulto  –  Região  Norte, por  “Júlio  Irá Voar”;  Prêmio IAP de Literatura 2004 – Categoria  Teatro, por “Nu  Nery”; 3º lugar  no Prêmio  Funarte de Dramaturgia 2003, categoria  Teatro para  a  Infância  e Juventude  – Região  Norte, por “Biblioteca Mabú”; 3º lugar  no  Prêmio Funarte  de Dramaturgia 2005, categoria  Teatro  para  a Infância e Juventude  –  Região Norte/Centro-Oeste,  por “Ludique”.

Também recebeu menção  honrosa pelo  texto “Duelo  do  Poeta com Sua Alma de Belo” no concurso literário da  Academia Paraense  de Letras  2005;  1º lugar no Prêmio Literário Cidade de Manaus 2006, categoria teatro adulto (Prêmio Aldemar Bonates), por “Ópera Profano”.

Em cinema,  foi vencedor  do Edital  Curta Criança 2003 do Ministério  da Cultura,  tendo como  prêmio  a produção  do curta-metragem “Era  Uma  Vez Carol”.

É autor  dos livros  “Nu Nery”  (Teatro  / Instituto  de Artes  do  Pará), “Poeticário” (Poemas  /  RKE,  PA),  “O  Baile  dos  Versos” (Poemas / LITTERIS Editora, RJ) e “Livreto das Preces  Poéticas”  (Poemas  Sacros  /  Gráfica Amazônia,  PA).  Teve poesias, contos,  peças teatrais e ensaios publicados em 19 coletâneas, destacando-se  a  inclusão de seus textos nas coletâneas  do  Prêmio  Funarte  de  Dramaturgia nos anos de 2003, 2004 e 2005.

Ficha técnica

Texto: Carlos Correia Santos

Direção: Claudio Marinho

Elenco: Geraldo Machado, Viviane Bernard e Claudio Marinho.

Cenário e figurinos: Geraldo Machado e Viviane Bernard.

Trilha sonora original: Cláudio Hodnik

Iluminação: Sônia Lopes

Operação de som: Denny Justiniano

Operação de luz: Homero Vieira

Fotos: Lenise Pinheiro

Design gráfico: Reinaldo Elias

Produção: Geraldo Machado e Claudio Marinho

Perfídia Quase Perfeita. Estreia dia 06 de maio de 2011, às 23h59, no Espaço dos Satyros 2 (Praça Roosevelt, 134, Centro, São Paulo-SP. Fone:              11 3258 6345      ). Temporada às sextas-feiras, até 24 de junho.Ingressos: R$30,00, R$15,00 (meia) e R$5,00 (moradores da Praça Roosevelt). Capacidade: 60 lugares. Classificação etária: 14 anos. Duração: 50 minutos. Bilheteria funciona uma hora antes das sessões. Aceita cheque. Não aceita cartões de crédito nem de débito. Tem local para comer. Acesse o blog da Cia. Fé Cênica:

http://ciafecenica.blogspot.com/

Michel Fernandes

Michel Fernandes, graduado em Jornalismo e pós graduado em Direção Teatral., escreveu de 2000 a 2012 críticas de teatro e reportagens para o iG. Em 2002 criou o Aplauso Brasil - www.aplausobrasil.com.br -, site voltado à noticias, resenhas e críticas teatrais, até hoje no ar. Integrante da APCA desde 2004, Michel Fernandes já esteve nas comissões do Prêmio Miriam Muniz, ProAC, Programa de Fomento ao Teatro de São Paulo, emtre outros Em 2012 criou o Prêmio Aplauso Brasil de Teatro. Em 2014 realiza Residência do Aplauso Brasil na SP Escola de Teatro. Em 2015 é crítico convidado da MITsp (Mostra Internacional de Teatro de São Paulo). Em 2016 é membro de comissão julgadora do Proac. Em 2017 faz parte do Conselho Consultivo do CCSP.