ESPETÁCULO “VERMELHO LABIRINTO” FAZ APRESENTAÇÕES COM DEBATES NO DIAS 27, 28 e 29 DE JANEIRO

Redação do Aplauso Brasil (redacao@aplausobrasil.com.br

“Vermelho Labirinto” faz discussão sobre feminismo, ciúme e escândalos políticos. Foto: divulgação

SÃO PAULO – O espetáculo Vermelho Labirinto vai de encontro a boa parte das polêmicas que tomam conta do nosso cotidiano brasileiro: escândalos políticos, feminismo e exposição da vida íntima. O texto de 2016, de autoria do dramaturgo Pedro Granato, que também dirige a peça, fará apresentações seguidas de debates, nos dias 27, 28 e 29 de janeiro, às 19h. O evento será no Pequeno Ato, no bairro da República, e os ingressos custam R$ 20 reais (inteira).

A advogada de um político envolvido em um escândalo de corrupção fica com ciúmes de seu marido que está em Veneza para entrevistar a performer Vermelha. Duas personagens,  vividas pelas atrizes Anna Zêpa e Rita Grillo, se relacionam com um homem que nunca está no palco, em uma guerra de versões.

A trama mistura o universo das artes, ao ciúme e à política, construindo um suspense onde não sabemos onde está a verdade. A dramaturgia estabelece um triângulo cheio de desconfianças e suposições, sem jamais dar voz ao personagem masculino.

O músico e cineasta Kiko Dinucci é responsável pela trilha, a artista visual e poeta Sinhá assina a direção de arte e a luz é de Aline Santini – que repete a parceria com Pedro após “Até que deus é um ventilador de teto” de Hugo Possolo.

 

Debates

Depois de cada apresentação de Vermelho Labirinto, uma dupla de especialistas por dia abrirá um debate sobre os temas e pontos de vista levantados no espetáculo.

O primeiro dia de conversa, 27/01, será com a jornalista e crítica teatral do site Aplauso Brasil, Kyra Piscitelli, e Mariana Marinho. Já o segundo irá contar com Leandro Nunes e Tony Tramell e o terceiro com Juçara Marçal e Giulia Pinheiro e Sinhá.

 Sobre o diretor e dramaturgo

Diretor do Pequeno Ato e presidente do MOTIN – Movimento do Teatros Independentes.

Vermelho Labirinto é seu quarto texto. Escreveu e dirigiu “Fortes Batidas” premiado como “Melhor Espetáculo em espaço não convencional” pela APCA em 2015 e “Prêmio Especial pela Experimentação de Linguagem” no Prêmio São Paulo, “Você não está aqui.” criado com o ilusionista Ricardo Malerbi e “As Lágrimas quentes de amor que só meu secador sabe enxugar” com Paula Cohen.

Entre outros, dirigiu os espetáculos Até que Deus é um Ventilador de Teto, de Hugo Possolo, IL Viaggio de Marcelo Rubens Paiva e Quanto Custa? de Bertolt Brecht, vencedor do prêmio CPT da Cooperativa Paulista de Teatro como “Melhor Espetáculo em espaço convencional”.

 

Ficha Técnica:

Direção e Dramaturgia: Pedro Granato. Elenco: Anna Zêpa e Rita Grillo. Assistência de direção: Camille Bonnenfant  Cenário e figurino: Sinhá.  Iluminação: Aline Santini.  Trilha Sonora: Kiko Dinucci. Produção: Isabela Tortato

 

Serviço:

Pequeno Ato – Rua Teodoro Baima, 78 – República

Sexta, sábado e domingo às 19h – dias 27, 28 e 29 de janeiro.

Ingressos: R$20/10 – antecipados em www.sympla.com/pequenoato

Duração: 70 minutos

Censura: 12 anos

lotação: 40 lugares

 

 

Kyra Piscitelli

Kyra Piscitelli é jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo e fez pós-graduação em Globalização e Cultura pela Faculdade de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Escreve sobre teatro e arte desde de 2009. Integra os Juris da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e do Prêmio Aplauso Brasil. Ávida por conhecimento, se não está em viagem ou estudo, só há um lugar para achá-la: o teatro!

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