Fórum Internacional de Cidadania na Dança – FIC chega a sua 8ª edição

EM REDE – O Fórum Internacional de Cidadania na Dança – FIC idealizado pela bailarina Priscilla Yokoi realizado pelo Instituto Abammy, chega a sua sua oitava edição, sendo a primeira on-line na cidade de São Paulo (SP), entre os dias 28 de setembro e 11 de outubro.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.ficdanca.com. Nele, os interessados podem esclarecer dúvidas e se inscrever nos cursos, que são todos são gratuitos; além de conhecer toda a programação e perfil dos participantes. O Fórum tem o objetivo de gerar e distribuir renda para diversos agentes e artistas do segmento da dança, os quais se encontram desprovidos de recursos financeiros em função do fechamento das escolas de dança, dos teatros e de apresentações artísticas diversas, em decorrência do isolamento social causado pelo Covid-19.

A programação do Fórum disponibiliza atividades gratuitas com a apresentação de mostras e aulas de escolas de dança, companhias, bailarinos e projetos sociais. Entre os profissionais convidados estão Thiago Soares, Tati Sanchez que ministram palestras sobre gestão de carreira, empreendedorismo e expansão da carreira do professor no mercado atual da dança. Outros destacados profissionais da dança falam sobre Marketing digital, Consciência Corporal e lançam a reflexão do papel das escolas de dança enquanto indústrias criativas.

Mônica Tarragó e Jorge Andreatta apresentam o projeto social Paraisópolis para os interessados em trabalhos de inclusão social através da dança.
Luca Masala destaca a formação do bailarino e Intercâmbio com escolas internacionais a partir da história de uma das mais importantes escolas da Europa “Princess Grace Academy” em Mônaco.

“Teremos somente duas partes presenciais cumprindo todos os protocolos de distanciamento e segurança dos profissionais liberais que vão apresentar seus solos com intervalo de tempo para a higienização do espaço garantindo a segurança de cada participante. A outra parte ocorrerá no próprio local de trabalho das escolas de dança, nas quais já estão funcionando dentro dos parâmetros e protocolos estabelecidos pelo estado. Nenhum risco será oferecido aos participantes, pois temos uma logística de entrada e saída deles e também esquematizamos um formato que entrará no local de gravação somente um participante por vez. Tudo foi planejado e estudado mediante aos protocolos estabelecidos”, explica Priscilla.

Escolas e companhias de dança, bailarinos independentes e projetos sociais terão oportunidade de apresentarem seus trabalhos em forma de mostra, não competitiva, por meio de aplicativo para conferência online, ambiente que neste momento se transformou num importante meio de execução ao alcance de todos.

Paralelo à mostra não competitiva, outras iniciativas serão realizadas, com vistas a preparar o setor para a retomada ao trabalho pós pandemia. Cursos de reciclagem técnica, de gestão, motivacional, palestras e debates gratuitos com temas de interesse à cadeia produtiva da dança servirão como suporte e incentivo a diretores, professores, bailarinos e alunos em formação.

O evento é gratuito e regulado de forma a democratizar que os diversos profissionais concorram igualmente à ajuda financeira e que a população tenha acesso aos conteúdos artísticos de qualidade e diversidade em segurança de forma online. “Precisamos lembrar que a cultura transforma vidas, estabelece gerações e marca uma nação. Ela precisa ser respeitada”, finaliza Yokoi.

Todos podem participar como espectador do fórum de forma online através da plataforma do youtube tendo acesso a uma programação de dança diversificada.

O Fórum Internacional de Cidadania na Dança – FIC DANÇA é um evento gratuito e regulado de forma a democratizar que os diversos profissionais concorram igualmente à ajuda financeira e a população tenha acesso aos conteúdos artísticos de qualidade e diversidade em segurança de forma online.

“A ideia do Fórum surgiu através de um grande desejo meu, de ajudar as pessoas da dança a terem o acesso às políticas públicas, gestões de escolas de dança e tornar nossa profissão reconhecida em nosso país. O evento será somente em São Paulo, mas conseguiremos indiretamente atingir outros públicos através da produção e disponibilização dos conteúdos produzidos no Fórum”, explica a bailarina Priscilla Yokoi idealizadora do evento.

“Está sendo um grande desafio fazer o evento dessa maneira, já que a dança depende muito do presencial, resistência física, treino, contato pessoal, espaço amplo para melhor desempenho e piso adequado. Mas conseguimos encontrar um formato que pudesse agregar valores, conhecimento, recursos financeiros e motivacionais para esses profissionais que enfrentaram os piores momentos em meio a essa pandemia. Infelizmente, a cultura foi extremamente afetada, e até hoje na cidade de São Paulo alguns dos principais estabelecimentos não retornaram as suas atividades, como teatros, cinemas e museus”, explica a bailarina que ainda completa: “É uma satisfação imensa possibilitar recursos para a nossa classe, e também uma alegria sem fim saber que essas pessoas têm sido valorizadas através do Fórum. É uma esperança que nasce no coração de cada um porque é possível a nossa dança ser reconhecida como profissão em nosso país.”

Sobre o Instituto Abammy:

ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DE ATENDIMENTO AO MENOR, AS MULHERES E IDOSOS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE – INSTITUTO ABAMMY – foi constituída em 1997 e desde então tem se dedicado ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social, pessoal e produtiva, a partir do anseio de vários profissionais e pessoas, vinculadas diretamente o Instituto ABAMMY e colaboradores atuantes nos diversos segmentos das artes e cultura, social, educacional, de políticas públicas voltadas ao empoderamento e desenvolvimento do ser humano.

Suas ações foram pautadas pelo acolhimento, suporte psicossocial e educacional à crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, atuando mais fortemente nas regiões Norte, Sul e Centro de São Paulo, Diadema e Guarulhos, onde executou por algumas décadas, importante trabalho social e humano, podendo ser destacados o “Projeto Gerando Vidas”, o “Projeto Jovem Aprendiz”, o “Terapia Comunitária”, e o “Projeto Reviver”, entre outros programas e ações igualmente relevantes.

Contando com um grupo de voluntários universitários e profissionais gabaritados, o Instituto ABAMMY desenvolveu e ofertou ações que tiveram como foco central o desenvolvimento social e humano, por meio da execução de ações, projetos, programas e outras atividades próprias ou em parceria de terceiros, primando pela defesa de direitos culturais, sociais e desportivos do cidadão, principalmente no tocante aos seus direitos humanos.

Contando com recursos provenientes de doações e do poder público, a colaboração de pessoas e instituições engajadas na transformação social da população, foi fundamental para o cumprimento dos objetivos do Instituto ABAMMY.

Em 2018, com desejo de ampliar sua atuação na área cultural e alavancar os projetos da Entidade, o Instituto ABAMMY realizou diversas atividades de responsabilidade social, cultural, esportiva e humanitária, articuladas e coordenadas pelo Instituto e parceria de instituições religiosas, Governos e iniciativa privada, o que permitiu a expansão de suas metas assistenciais, ao mesmo tempo em que fortaleceu sua missão de promover a arte, a cultura, o esporte e cidadania da população paulistana, em diversas regiões da Cidade.

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