GRÁTIS: USP realiza ciclo de leituras sobre a Multidão Protagonista

Texto atualizado em 23/10, às 13h32capa_face1

São Paulo – O Programa de Leituras Públicas faz parte dos Núcleos de Experiência e Apreciação Teatral do TUSP e propõe, a cada ciclo, a leitura de peças de diferentes autores pelos presentes em encontros abertos com a mediação da equipe artística do TUSP. Este é o XII ciclo e terá como tema Multidão Protagonista. O evento acontece entre outubro e dezembro nas cidades de São Paulo, Piracicaba, São Carlos, Bauru e Ribeirão Preto.

São cinco textos que denunciam situações de opressão. O protagonista destes textos traz a tona a desigualdade, a revolta e a necessidade de transformação.

Lista completa dos textos:

 Lisístrata, de Aristófanes (411 a.C.).
A Revolução dos Beatos, de Dias Gomes (1961).
Eles não usam Black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri (1958).
Santa Joana dos Matadouros, de Bertolt Brecht (1929-31/1959).
Quando as Máquinas Param, de Plínio Marcos (1972).

 Programação

São Paulo (clique na imagem para ampliá-la) webflyer leituras capital (1)

 

Ribeirão Preto (clique na imagem para ampliá-la) webflyer leituras RP (1)

 

São Carlos (clique na imagem para ampliá-la)

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Piracicaba – A confirmar

02.11 – Quando as Máquinas Param, de Plínio Marcos (1972).

Participação do grupo Pirando em Cena

Local: Parque 1° de Maio – Centro Cultural Nhô Serra
Rua Antonio Ferraz de Arrruda, 409 – Pq. 1° de Maio

 

Sinopses

Lisístrata, de Aristófanes (411 a.C.)

A peça de Aristófanes foi escrita durante a Guerra do Peloponeso, num contexto em que, com o rompimento dos exércitos de Atenas e Esparta, a Grécia estava vulnerável ao ataque dos Persas. A peça trata do levante das mulheres gregas contra a guerra quando, organizadas por Lisístrata, decidem instituir uma greve de sexo até que seus maridos parem a luta e estabeleçam a paz.

A Revolução dos Beatos, de Dias Gomes (1961)

O fio condutor da história é o processo de conscientização de um camponês, do misticismo à tomada de consciência social, e a experiência humana que ele retira dos acontecimentos. Segundo o autor “Esta é uma tentativa de teatro popular. Tentativa de encontrar uma forma brasileira para esse tipo de teatro, no qual o povo se sinta representado, pesquisado, discutido e exaltado, em forma e conteúdo”.

Eles não usam Black-tie, de Gianfrancesco Guarnieri (1958)

A primeira peça de Gianfrancesco Guarnieri “Eles não usam black-tie” é de 1958. Situa-se numa favela, nos anos 50, e tem como tema central a greve dos operários de uma fábrica. O pano de fundo debate sobre as grandes verdades eternas, reflexões universais sobre a frágil condição humana, sobre os homens e seus conflitos. É a história de um choque entre pai e filho com posições ideológicas e morais completamente opostas e divergentes, o que dá a tônica dramática ao texto.

Santa Joana dos Matadouros, de Bertolt Brecht (1929-31/1959)

A peça trata sobre Joana Dark, uma moça pobre que pertence a uma organização evangélica inspirada no Exército da Salvação. Tentando aliviar a miséria dos trabalhadores dos matadouros de Chicago, ela descobre que o desemprego e a miséria são causados pelo comércio da carne enlatada. Pode-se dizer que a peça, na época, foi uma análise crítica sobre a crise econômica de 1929.

Quando as Máquinas Param, de Plínio Marcos (1972)

A peça conta a história de Zé, operário, e Nina, costureira. Um casal como qualquer outro: casaram, alugaram uma casa, planejam a chegada dos filhos. Até que Zé perde o emprego e a situação os coloca na luta diária contra todas as limitações sociais que colocam em risco a continuidade e o objetivo do seu amor.

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