Prêmio Shell e Prêmio do Humor divulgam finalistas

“Ordinários” da Cia Laminima que concorre em diversas categorias do Prêmio do Humor e também pelo conjunto da obra no prêmio Destaque do Shell São Paulo

 

Dezembro é tempo de fazer um balanço da cena e é naturalmente período de divulgação dos prêmios. Idealizada por Fabio Porchat, o Prêmio do Humor celebra os melhores da comédia teatral tanto do Rio de Janeiro quanto de São Paulo. A premiação que nasceu na cidade carioca acontecerá pela quarta vez por lá e a segunda na capital paulista. Já o Prêmio Shell fará sua 32ª edição com escolhidos dos melhores das artes cênicas, também nas duas cidades mencionadas, separadamente.

As datas de realização das premiações não foram divulgadas. Os indicados divulgados pelo Shell correspondem apenas ao segundo semestre, já o Prêmio de Humor anuncia de uma só vez os indicados do ano.

Confira os indicados aos prêmios:

Indicados do Shell Rio de Janeiro no segundo semestre:

Dramaturgia:

Adalberto Neto por “Oboró – Masculinidades negras”

Lucília de Assis por “Não peça”

 

Direção:

Marcio Abreu por “Por que não vivemos?”

Miwa Yanagizawa por “Nastácia”

 

Ator:

Marcio Nascimento por “Iago”

Val Perré por “Solano, vento forte africano”

 

Atriz:

Carine Klimeck por “Giz 9”

Letícia Soares por “A cor púrpura”

 

Cenário:

Marcelo Alvarenga por “Por que não vivemos?”

Ronaldo Fraga por “Nastácia”

J.C. Serroni por “A Mandrágora”

 

Figurino:

Ronaldo Fraga por “Nastácia”

Wanderley Gomes por “Oboró – Masculinidades negras”

 

Iluminação:

Ana Luzia de Simoni por “Homem feito”

Rogério Wiltgen por “A cor púrpura”

 

Música:

Beà por “Meus cabelos de baobá”

Ricco Viana por “Angels in America”

 

Inovação:

Terreiro Contemporâneo por abrigar companhias de teatro e dança negras e periféricas, constituindo um quilombo urbano.

Frente Teatro RJ pela proposta de atuação em rede, articulação e descentralização da produção teatral no Rio de Janeiro.

 

Indicados do Shell São Paulo no segundo semestre:

Dramaturgia:

 

Janaina Leite por “Stabat Mater”

 

Silvia Gomez por “Neste mundo louco, nesta noite brilhante”

 

Direção:

 

Bia Lessa por “Macunaíma – Uma rapsódia Musical”

 

Andre Garolli por “Inferno – Um interlúdio expressionista”

 

Ator:

 

Matteo Bonfitto por “Fim de partida”

 

Renato Borgui por “O que mantém um homem vivo?”

 

Atriz:

 

Helena Ignez por “Insônia – Titus Macbeth”

 

Virginia Buckowski por “Casa Submersa”

 

 

Cenário:

 

Carlos Calvo por “Cais Oeste”

 

Kleber Montanheiro e Immersivos por “Visceral”

 

Figurino:

 

Simone Mina por “Insônia – Titus Macbaeth”

 

Theodoro Cochrane por “Zorro, nasce uma lenda”

 

Iluminação:

 

Beto Bruel por “Lazarus”

 

Guilherme Bonfanti por “Cais Oeste”

 

Música:

 

Maria Beraldo e Mariá Portugal por “Lazarus”

 

Dani Nega, Eugênio Lima e Roberta Estrela D’Alva por “Terror e miséria no terceiro milênio – improvisando utopia”

 

Inovação:

 

Zózima Trupe por sua pesquisa contínua e suas ações de ampliação de público.

 

LaMinima por sua contribuição para o teatro popular brasileiro e engrandecimento do circo teatro.

 

Prêmio do Humor indicados de São Paulo

Melhor texto
Alvaro Assad, Newton Moreno e LaMínima, por “Ordinários”
Fernanda Maia, por “Chaves – Um Tributo Musical”
Mauricio Meirelles, por “Mauricio Meirelles – Stand-up”
Raphael Gama, por “Uma Lágrima para Alfredo”
Renato Modesto, por “O Martelo”

Melhor direção
Alvaro Assad, por “Ordinários”
Jorge Farjalla, por “O Mistério de Irma Vap”
Rafael Primot, por “Como Ter uma Vida Quase Normal”
Zé Henrique de Paula, por “Chaves – Um Tributo Musical”

Melhor espetáculo
“Chaves – Um Tributo Musical”
“Mauricio Meirelles – Stand-up”
“Ordinários”
“Uma Lágrima para Alfredo”

Melhor performance
Angela Dippe, por “As Atrizes”
Carol Costa, por “Chaves – Um Tributo Musical”
Diego Velloso, por “Chaves, Um Tributo Musical”
Eduardo Martini, por “Uma Lágrima para Alfredo”
Edwin Luisi, por “O Martelo”
Luís Miranda, por “O Mistério de Irma Vap”
Mateus Ribeiro, por “Chaves – Um Tributo Musical”
Mauricio Meirelles, por “Mauricio Meirelles – Stand-up”
Monique Alfradique, por “Como Ter uma Vida Quase Normal”
Rodrigo Fagundes, por “Sylvia”

Prêmio especial
Centro de Memória do Circo, por há dez anos preservar a história do humor circense
Cia. Barbixas, pelos 15 anos de humor inteligente e propositivo
Elenco de “Ordinários” (Fernando Paz, Fernando Sampaio, Filipe Bregantim), pela excelente sintonia no jogo cênico
Fábio Namatame, pela impecável caracterização de “Chaves – Um Tributo Musical” (figurino e visagismo)
Hugo Possolo, por colocar o humor no tradicional palco do Theatro Municipal de São Paulo
Pedro Cardoso e Graziella Moretto, pela vibrante ocupação do Teatro MorumbiShopping, que fez o público rir e refletir

 

Prêmio do Humor indicados no Rio de Janeiro:

Melhor texto
Felipe Cabral, por “40 Anos Esta Noite”
Regina Casé e Hermano Vianna, por “Recital da Onça”
Cláudia Gomes, por “Mãe Fora da Caixa”
Cia. Bagagem Ilimitada, por “Furdunço no Fiofó do Judas”

Melhor direção
Marcus Alvisi, por “A Verdade”
Joana Lebreiro, por “Mãe Fora da Caixa”
Ana Carolina Sauwen, Florencia Santángelo, Nara Menezes e Natascha Falcão, por “Las Panamericanas – Grandes Sucessos de Ontem, Hoje e Sempre”
Luiz Fernando Lobo, por “A Mandrágora”

Melhor espetáculo
“A Verdade”
“As Comadres”
“Recital da Onça”
“Mãe Fora da Caixa”
“Las Panamericanas – Grandes Sucessos de Ontem, Hoje e Sempre”
“Furdunço no Fiofó do Judas”
“A Mandrágora”

Melhor performance
Felipe Cabral, por “40 Anos Esta Noite”
Diogo Vilela, por “A Verdade”
Sirlea Aleixo, por “As Comadres”
Regina Casé, por “Recital da Onça”
Miá Mello, por “Mãe Fora da Caixa”
Miguel Falabella, por “A Mentira”
Cleber Tolini, por “O Subnormal – Uma História de Baixa Visão”
Zezé Polessa, por “A Mentira”

Prêmio especial
Elenco de “As Comadres”, pela qualidade do trabalho coletivo e brilho na alternância de papéis
Ana Carolina Sauwen, Florencia Santángelo, Nara Menezes e Natascha Falcão, pela pesquisa de palhaçaria e burlesco cômico feminino em “Las Panamericanas- Grandes Sucessos de Ontem, Hoje e Sempre”
Cia. Bagagem Ilimitada, pela incorporação do repertório da cantora Marinês à dramaturgia teatral de “Furdunço no Fiofó do Judas”
Sônia Dummont e Wladimir Pinheiro, pela tradução das canções de “As Comadres”

Kyra Piscitelli

Kyra Piscitelli é jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo e fez pós-graduação em Globalização e Cultura pela Faculdade de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Escreve sobre teatro e arte desde de 2009. Integra os Juris da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e do Prêmio Aplauso Brasil. Ávida por conhecimento, se não está em viagem ou estudo, só há um lugar para achá-la: o teatro!

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