Ricardo Bittencourt dirige Bete Coelho em apresentações gratuitas

Luís Francisco Wasilewski, colunista e crítico teatral do Aplauso Brasil
Luís Francisco Wasilewski, colunista e crítico teatral do Aplauso Brasil

Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

O texto de estreia do psicanalista Contardo Calligaris, colunista do jornal Folha de São Paulo, Tarja Preta, ganhou direção da atriz Bete Coelho e interpretação do ator Ricardo Bittencourt. Em O Terceiro Sinal, do jornalista e dramaturgo Otavio Frias Filho, cuja estreia é neste sábado (12), 21h, no Teatro Vivo, os papeis diretor e atriz substituem a formação anterior, em apresentações gratuitas.

Bete Coelho estreia "O Terceiro Sinal" (foto Lenise Pinheiro)

Adaptada para o teatro a partir de seu ensaio homônimo publicado em 2003, no livro Queda Livre, e que escrito especialmente para a interpretação da atriz, O Terceiro Sinal, é uma metalinguagem sobre o teatro.

Segundo Bete Coelho, “o autor tem uma experiência como ator em um papel de jornalista, para escrever uma reportagem. E devolve tudo isso para o teatro. O que importa aqui é dissecar o teatro, o processo do ator, a feitura do teatro”.

O relato de Frias faz referência à experiência que ele teve como intérprete no Teatro Oficina, no espetáculo Boca de Ouro, dirigido por José Celso Martinez Corrêa em 2000.

Bete Coelho (foto Lenise Pinheiro)

O Terceiro Sinal consolida a formação da Cia. BR 116, criada em 2009 quando Contardo Calligaris e Ricardo Bittencourt iniciaram um processo colaborativo e uniram-se com a atriz Bete Coelho e a diretora de arte e cenógrafa Flávia Soares. As duas, anteriormente, haviam dirigido Jô Soares no espetáculo Remix em Pessoa.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Bete Coelho

Texto: Otávio Frias Filho

Direção: Ricardo Bittencourt

Co-Direção: Muriel Matalon

Direção de Arte: Flávia Soares

Direção de Imagem e Som: Gabriel Fernandes

Direção de Cena, Cenotécnico e Contra-regragem: Domingos Varela

Cenotécnico e Contra-regragem: João Carvalho Sobrinho

Design de Luz: Michele Matalon e Carlos Moraes

Voz de Diva: Giulia Gam

Montagem: Cia. BR 116

Direção de Produção: Palipalan Arte e Cultura

Apoio Cultural: Olivieri & Associados

SERVIÇO

TEATRO VIVO

Endereço: Avenida Doutor Chucri Zaidan, 860, Morumbi

Tel.: (11) 7420-1520

Teatro: 290 lugares

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Temporada: dias 12, 13, 19 e 20 de março, sábados às 21h e domingos às 20h

Grátis: ingressos poderão ser reservados pelo telefone (11) 7420-1520, a partir de primeiro de março.

Estacionamento: R$ 15,00 (preço único)

Horário da bilheteria

De terça-feira a domingo – das 14h00 às 20h00 ou até o início do espetáculo.

Telefone da Bilheteria: 11 7420-1520

Acessibilidade

Horário da bilheteria

De terça-feira a domingo – das 14h00 às 20h00 ou até o início do espetáculo.

Telefone da Bilheteria: 11 7420-1520

Acessibilidade

Audiodescrição em peças teatrais teatral: recurso inédito na América Latina de inclusão social e cultural de pessoas com deficiência visual. Por meio de fones de ouvido, colaboradores voluntários da Vivo dão aos espectadores com deficiência visual informações referentes ao cenário, figurino, caracterização de personagens e ações. .

Interpretação em libras e legendas: tanto a LiBRAS (linguagem brasileira de sinais) como as legendas permitem às pessoas com deficiência auditiva e surdos acompanhar a apresentação dos espetáculos. O Teatro Vivo é o primeiro da América Latina a oferecer acessibilidade total a pessoas com deficiência.

Cinco lugares para pessoas com deficiência física

Michel Fernandes

Michel Fernandes, graduado em Jornalismo e pós graduado em Direção Teatral., escreveu de 2000 a 2012 críticas de teatro e reportagens para o iG. Em 2002 criou o Aplauso Brasil - www.aplausobrasil.com.br -, site voltado à noticias, resenhas e críticas teatrais, até hoje no ar. Integrante da APCA desde 2004, Michel Fernandes já esteve nas comissões do Prêmio Miriam Muniz, ProAC, Programa de Fomento ao Teatro de São Paulo, emtre outros Em 2012 criou o Prêmio Aplauso Brasil de Teatro. Em 2014 realiza Residência do Aplauso Brasil na SP Escola de Teatro. Em 2015 é crítico convidado da MITsp (Mostra Internacional de Teatro de São Paulo). Em 2016 é membro de comissão julgadora do Proac. Em 2017 faz parte do Conselho Consultivo do CCSP.

1 comentário
  1. Beth Coelho transcendeu no papel estava maravilhosa achei a peça fantástica parabéns a toda equipe e a vivo pela acessibilidade as pessoas com necessidades especiais.

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