SÃO PAULO – Até 11 de novembro, o projeto Teatro Mínimo abre temporada da peça Trajetória Sexual, de Álamo Facó. Estreia em São Paulo, a montagem transita livremente entre o teatro e a performance, trazendo à cena a necessária reflexão do ser humano sobre si mesmo nos mais intensos estados de emoção. No palco, Álamo conta suas primeiras experiências sexuais em suas mais variadas formas e possibilidades do sexo e seus trajetos.

Trajetória Sexual é a terceira peça da Trilogia da Perda, repertório de solos de Álamo Facó que compreende também as peças Mamãe e Talvez. No mês de novembro, o Sesc Ipiranga realiza também sessões de Mamãe e três leituras performativas de Talvez.

Álamo narra suas variadas experiências amorosas e sexuais, envolvendo pessoas de diversos de gêneros. Ao relembrar histórias de sua infância e adolescência na busca por compreender como estas foram responsáveis pela relação atual que o autor mantém com sua sexualidade, o performer deixa explícita a importância de refletir sobre assuntos normalmente tratados como tabus.

LGBTQ+ e os tabus  

O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQ+ no Mundo. Hoje, a prática homossexual ainda é considerada crime em 78 países. A cada 25 horas uma pessoa LGBTQ+ é assassinada violentamente no Brasil. Há dez anos, as possibilidades para definir os gêneros e opções sexuais eram bem mais limitadas. Hoje, essas possibilidades estão se multiplicando para dar lugar a uma sexualidade mais plural e justa. ‘O mundo está mudando de forma veloz e, para isso, é preciso uma sociedade que reflita e debata essas mudanças’, acrescenta o ator.

 Sinopses

 

Talvez

Dário decide trancar-se em casa até que sua companheira volte de viagem. O que começa como uma simples promessa ganha proporções inesperadas, já que ele não está disposto a voltar atrás. Sua capacidade de introspecção e esquizofrenia transforma sua realidade num possível Talvez.

 

 

Mamãe

A caminho de uma estreia, Marta é acometida por uma forte vertigem, que muda sua vida dali em diante. Após uma série de exames, ela descobre que vem carregando um tumor no cérebro, do tamanho de uma maça. Marta faz a cirurgia diagnóstica e começa, aos poucos, a perder suas faculdades, num transe de consciência onde não consegue mais diferenciar os símbolos do sonho dos da realidade.

 

 

Trajetória Sexual

X conta suas primeiras experiências sexuais, conta o sexo com o melhor amigo, com desconhecidos, com a ex-namorada, o sexo com transgênero, o fisting, em estados variados de consciência, em lugares públicos e o sexo com amor.

 

Sobre o projeto Teatro Mínimo

Série de espetáculos intimistas baseados essencialmente no trabalho de interpretação do ator, trazendo textos de autores  e de novos dramaturgos, que tenham como foco o trabalho de expressividade do intérprete.

 

Ficha Técnica:

 

Coletivo

Texto e atuação: Álamo Facó

Direção: Álamo Facó / Renato Linhares / Gunnar Borges

Direção de Movimento: Marcia Rubin

Cenário: Estúdio Chão – Adriano Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro Coutinho

Figurino: Ticiana Passos

Direção Musical: Rodrigo Marçal

Trilha Sonora: Álamo Facó e Rodrigo Marçal

Luz: Bernardo Lorga

Arte Visual: Estúdio Triângulo / Daniel Kucera e João Penoni

Colaboração: Maha Sati

Videografismo: Pedro Cadore

Modelo foto / Valentina: Thaís Delgado

Modelo foto / Céu: Uni Correa

Preparação Vocal: Sonia Dumont

Preparação corporal: Marcio Borges

Assessoria de imprensa: Equipe D Comunicação / Berê Biachi e Henrique Fischer

RP: Evandro Rius

Produção Executiva: Sara Machado e Thamires Trianon

Mídias Sociais: Rafael Teixeira

Produção: Álamo Facó e 9 Meses Produções

Realização: Álamo Facó Produções

Atravessadores Artísticos: Wallace Ruy, Enrique Diaz, Cristina Flores e Vitor Garcia Peralta.

Colaboração luz: Felipe Lourenço

Agradecimentos: Cie Dos à Deux, André Curti, Artur Luanda Ribeiro, Carolina Bianchi, Cena Brasil Internacional, Sergio Saboya, Silvio Batistela, Daniel Belmonte, Domingos Alcântara, Maria Flor Brazil e Azul.

 

 

Serviço

Temporada do projeto Teatro Mínimo

Trilogia da Perda: Trajetória Sexual

Temporada de 18 de outubro a 11 de novembro de 2018

Quintas e sextas, às 21h30

Sábados, às 19h30

Domingos, às 18h30

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) | R$ 10,00 (meia) | R$ 6,00 (credencial plena)

Ingressos a venda pelo Portal Sesc SP a partir de 09/10 às 12h, e nas bilheterias da Rede Sesc a partir do dia 10/10 às 17h30.

Classificação indicativa: 18 anos

No Auditório (30 lugares)

 

Trilogia da Perda: Mamãe

Temporada de 15 a 18 de novembro de 2018

Quintas, às 18h30

Sextas, sábados e domingos, às 21h30
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) | R$ 10,00 (meia) | R$ 6,00 (credencial plena)

Classificação indicativa: 16 anos

No Auditório (30 lugares)

 

Trilogia da Perda: Talvez

Temporada de 22 a 24 de novembro de 2018

Sextas, sábados e domingos, às 21h30
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) | R$ 10,00 (meia) | R$ 6,00 (credencial plena)

Classificação indicativa: 18 anos

No Auditório (30 lugares)

 

Sesc Ipiranga

Rua Bom Pastor, 822 – Ipiranga

(11) 3340-2000